domingo, 24 de abril de 2016

Ho'oponopono - Oração Original




 ORAÇÃO ORIGINAL da MORRNAH NAMALAKU SIMEONA a criadora do Ho'oponopono da Identidade Própria. Gratidão a essa karuna (sacerdotisa) havaiana pelo imenso legado que ela deixou para a humanidade.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Consistência e regularidade ( Roberto Shinyashiki)


Não importa qual direção você quer dar à sua vida. Seja o que for que decida fazer, são necessárias a consistência e a regularidade para que possa chegar a seu objetivo



Meu professor de tênis, Rodrigo Barbosa, sempre diz: o segredo do tênis é a regularidade. Regularidade nos treinos. Regularidade durante os jogos. Tudo é regularidade!

Ele tem razão. Não adianta treinar oito horas por dia durante cinco semanas e depois ficar alguns meses sem ver a raquete. É melhor treinar duas vezes por semana, regularmente, porque o seu jogo ficará consistente.

A preocupação com a forma física tem levado muitas pessoas às academias, às quadras e aos parques. O problema é que muita gente acha que pode ficar a semana inteira parada e, no sábado de manhã, correr para uma quadra de futebol, começar a jogar às 7 horas e só parar às 20 horas. Os resultados disso você já sabe: dores pelo corpo, lesões musculares e, até mesmo, um enfarte.

Os cardiologistas são unânimes em afirmar que exercício físico bom é aquele feito com consistência e regularidade. Esse conselho vale para tudo. Na nossa jornada em busca do crescimento pessoal, as grandes vitórias vêm após ações consistentes e muito regulares.

Nos estudos, é a mesma coisa. Não importa se você estuda Direito, Literatura ou Marketing, se você reservar 20 minutos do seu tempo para estudar todos os dias, depois de um ano, ficará impressionado com a sua evolução. Pessoas que somente estudam para as provas podem até ser aprovadas, mas raramente aprendem.

Mudar de idéia

Com a sua carreira profissional acontece a mesma coisa. Constância e regularidade são fundamentais.


Se você pensa em ser engenheiro, presta vestibular, começa o curso e, no meio do segundo ano, decide que quer ser veterinário, tudo bem. É preciso entender que você mudou de idéia.

Se você pensa em ter uma empresa de informática, prepara tudo, faz os empréstimos, mas, depois de seis meses trabalhando, decide que vai ser cabeleireiro, tudo certo. É preciso entender que você mudou de opinião.

Mas há algo muito errado nessas histórias todas. Como é que você consegue não terminar nada do que começa?

Tudo bem que exagerei um pouco nos exemplos. Mas a grande verdade é que é mais ou menos assim que muitos jovens se comportam. Mudam de idéia a toda hora, muitas vezes para direções que nada têm que ver com suas decisões anteriores. Dessa maneira, sua dedicação não constrói coisa alguma.

Lógico que não devemos ser rígidos como uma montanha, mas precisamos ter em mente que os resultados aparecem depois de algum tempo de dedicação. Infelizmente, muitas pessoas abandonam um projeto no momento em que ele iria começar a dar resultados.

Peter Drucker, grande professor de administração, dizia que a maioria dos projetos dá errado não porque foi construída e administrada erradamente, mas porque as pessoas desistem deles antes de os resultados aparecerem.

Se as nossas decisões e os nossos atos não apresentarem consistência e regularidade, haverá um grande desperdício de nosso potencial humano, de dinheiro, de sonhos, de entusiasmo, de crenças.

Não importa qual direção você quer dar à sua vida. Seja o que for que decida fazer, acima de tudo são necessárias a consistência e a regularidade para chegar a seu objetivo.

Roberto Shinyashiki           

A importância da espiritualidade na qualidade de vida

Segundo Koenig, Mccullough e Larson no livro “Handbook of Religion and Health”4 :

 • Religião é o sistema organizado de crenças, práticas, rituais e símbolos designados para facilitar o acesso ao sagrado, ao transcendente (Deus, força maior, verdade suprema ...);

 • Religiosidade é o quanto um indivíduo acredita, segue e pratica uma religião. Pode ser organizacional (participação na igreja ou templo religioso) ou não organizacional (rezar, ler livros, assistir programas religiosos na televisão);

 • Espiritualidade é uma busca pessoal para entender questões relacionadas ao fim da vida, ao seu sentido, sobre as relações com o sagrado ou transcendente que, pode ou não, levar ao desenvolvimento de práticas religiosas ou formações de comunidades religiosas."

"QUANDO DEVE SER ABORDADA A ESPIRITUALIDADE? O momento certo para abordar a espiritualidade de um paciente poupa mal entendido,
 segundo o livro “Espiritualidade no Cuidado com o Paciente”35 escrito por Harold G. Koenig (médico da Universidade de Duke – Estados Unidos da América),
 o bom senso deve imperar."

"Atividades e crenças religiosas estão relacionadas à melhor saúde e qualidade de vida10,
 assim como os médicos que falam sobre as necessidades espirituais não são novidades,
 tendo suas raízes na história e muitos pacientes gostariam que seus médicos comentassem sobre suas necessidades espirituais11.

 Estudos demonstram que a maioria dos pacientes gostaria que seus médicos abordassem sobre sua religião e espiritualidade12,13,
 e relataram que sentiriam mais empatia e confiança no médico que questionasse esses temas11, 
proporcionando o resgate da relação médico-paciente, com uma visão holística e mais humanizada.

 Torna-se claro na prática clínica que, na grande maioria das vezes, não é possível fragmentar o paciente
 em várias partes como social, biológica, psíquica e espiritual, afinal todas são interligadas e podem ser
 responsáveis pelas comorbidades, aderência aos medicamentos, sucesso ou fracasso no tratamento."

"No caso de pacientes não religiosos35, ao invés de focar na espiritualidade, o médico pode perguntar
 como o paciente convive com a doença; o que promove um significado e propósito à sua vida e
 quais crenças culturais pode ter impacto no seu tratamento."

Revista Brasileira de Clínica Médica. Para ler o artigo completo...  

domingo, 17 de abril de 2016

Os cinco maiores arrependimentos dos pacientes terminais

Acesse aqui

Publicação lançada por enfermeira norte-americana, que lida com doentes terminais, conta que excesso de trabalho e distância de amigos está entre arrependimentos dos pacientes
Se eu pudesse viver novamente a minha vida, na próxima trataria de cometer mais erros. Nao tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais. Seria mais tolo ainda, do que já tenho sido; na verdade, bem poucas coisas levaria a sério. Seria menos higiênico. Correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria mais rios. Iria a mais lugares onde nunca fui, tomaria mais sorvete e menos lentilha, teria mais problemas reais e menos imaginários. Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata e produtivamente cada minuto da sua vida. Claro que tive momentos de alegria. Mas, seu eu pudesse voltar a viver, trataria de ter somente bons momentos(… ) Isso se tivesse outra vida pela frente, mas como sabem tenho 85 anos e estou morrendo“.
Este é um trecho do livro de Rubem Alves onde ele parafraseia Jorge Luís Borges. Uma  obra que retrata os arrependimentos de quem está à beira da morte, o mesmo assunto abordado em “The top five regrets of the dying” (Os cinco principais arrependimentos de pacientes terminais). A autora, Bronnie Ware, é enfermeira com longa experiência em cuidados com doentes terminais.

Ana Claudia Quintana Arantes: a morte ensina a viver


São sobre essas e outras ideias afins 
que o Palliarte nos convida a refletir.
A vida precisa de cuidados. Sempre!
Malu Bozzani   

"Para a geriatra e especialista em cuidados paliativos Ana Claudia Quintana Arantes, lidar com a morte nos ensina a aproveitar melhor o tempo. Pensar sobre o assunto, explica, ajuda a tomar decisões com lucidez e aproveitar mais as conquistas."

Ler mais: http://www.contioutra.com/novo-video-de-ana-claudia-quintana-arantes-fala-sobre-a-vida-o-tempo-e-a-morte/#ixzz466ceWDWi

Oração da Felicidade (Papa Francisco)

Oração da Felicidade (Papa Francisco)

Não chore pelo que você perdeu,
lute pelo que você tem.
Não chore pelo que está morto,
lute por aquilo que nasceu em você.
Não chore por quem te abandonou,
lute por quem está a seu lado.
Não chore por quem te odeia,
lute por quem te quer feliz.
Não chore pelo teu passado,
lute pelo teu presente.
Não chore pelo teu sofrimento,
lute pela tua felicidade.
Não é fácil ser feliz,
temos que abrir mão de várias coisas,
fazer escolhas e ter coragem de assumir
ônus e bônus para ser feliz.
Com o tempo vamos aprendendo
que nada é impossível de solucionar,
apenas siga adiante com quem quer
e luta para estar com você.
Se engana quem acha que a riqueza e o status atraem a inveja…
as pessoas invejam mesmo é o sorriso fácil,
a luz própria,
a felicidade simples e sincera
e a paz interior…      [Papa Francisco]

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Bem-estar Segundo a Psicologia Positiva - José Roberto Marques - IBC

http://www.jrmcoaching.com.br/blog/bem-estar-segundo-a-psicologia-positiva/

Bem-estar é o agrupamento de práticas que abrangem uma boa nutrição, bons relacionamentos, tanto interpessoais quanto familiares/sociais: prática de atividades físicas, além do controle do estresse. Uma relação de harmonia com as energias do universo, satisfação consigo mesmo, resignação, aceitação de si, todas essas coisas produzem a sensação de bem-estar.
Bem-estar quer dizer saúde, no seu significado mais abrangente, de forma intensificada e em todos os seus aspectos. Esse termo apareceu, pela primeira vez, no século XVI para nomear a satisfação de necessidades físicas, ao passo que no século XVIII ele está se referindo à posição material que provoca satisfação das necessidades da existência.

A PSICOLOGIA POSITIVA

Todas as pessoas do mundo são seres sociais, todos possuem uma vida e essa vida é constituída por várias características específicas. A Psicologia Positiva, no meio das áreas da Psicologia, é aquela que traz o bem-estar em todos os níveis. Bem-estar social, na perspectiva de Seligman, que é seguida pelo Instituto Brasileiro de Coaching, é um estado de espírito que nos deixa nos sentindo participantes e introduzidos, queridos e amados em todo o sistema, pois a felicidade das pessoas aumenta, também, o nível de dever com o “todo”.
Martin Seligman, psicólogo estadunidense, professor da Universidade da Pensilvânia, ex-presidente da Associação Americana de Psicologia e autor de contribuição significativa na área de Psicologia Positiva diz que “o bem-estar não pode existir apenas na sua cabeça: ele é uma combinação de sentir-se bem e efetivamente ter sentido, ter tido bons relacionamentos e realização. O modo como escolhemos nossa trajetória de vida é maximizando todos esses cinco elementos” (2011, p. 36).
As ações da Psicologia Positiva que tratam das virtudes e do florescimento do indivíduo colocam as pessoas frente a uma realidade: “preciso de todo o sistema social para ser feliz, ser um cidadão de bem, para ter meus direitos atendidos, logo, preciso contribuir para que tudo isso aconteça. Eu sou parte e também sou responsável”.
O bem-estar pode ser mensurado em cinco fatores: emoção positiva, engajamento, relacionamentos positivos, propósito e realização.

AS BASES DO BEM-ESTAR SEGUNDO A PSICOLOGIA POSITIVA



AS MULHERES QUE FIZERAM DIFERENÇA NA HISTÓRIA - José Roberto Marques - IBC

http://www.jrmcoaching.com.br/blog/as-mulheres-que-fizeram-diferenca-na-historia/


ClickRBSA médica catarinense Zilda Arns desenvolver um trabalho extraordinário que ajudou a salvar milhões de crianças brasileiras, de comunidades carentes, da morte por  doenças como desnutrição e desidratação
As mulheres na história são sempre grandes exemplos de superação, motivação e inspiração para a humanidade.  Na política, na cultura, nos esportes, na saúde, moda ou no universo corporativo; elas são sempre destaque em suas funções e mostram sua força e inteligência para fazer diferente e deixar uma marca no mundo.
Mulheres de legado constroem sua história e fazem a diferença na vida das pessoas à sua volta. Seus exemplos inspiram e nos fazem acreditar que também somos capazes de superar as adversidades, tergrandes ideias, liderar e conquistar resultados extraordinários em nossa vida em todos os sentidos.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Celebration | Playing For Change | Songs Around The World





Publicado em 15 de dez de 2015
In “celebration" of Universal Children's Day, we are proud to release this Song Around The World featuring children from all across the globe. Children are our hope for the future and it is up to us to pave the way so that their future is bright. Come one, come all and join together to make this world a better place for us and the generations to follow.

This video was produced in partnership with Okaïdi children’s clothing stores. We thank them for continued support of the Playing For Change Movement!

Playing For Change is a movement created to inspire and connect the world through music.

JOIN THE MOVEMENT
https://www.playingforchange.com
https://www.facebook.com/PlayingForCh...
https://twitter.com/playing4change
http://instagram.com/playing4change

See the PFC Band live: http://playingforchange.com/band

To learn more about the work of the PFC Foundation, visit http://www.playingforchange.org

sábado, 2 de abril de 2016

Cuidando do paciente e dos familiares em todas as esferas.



Precisamos lembrar que doenças terminais e as doenças crônicas atravessam todas as faixas etárias, do recém-nascido ao idoso frágil. Quando se trata de  pacientes com doenças crônicas, o acompanhamento durante todo o curso da doença, o amparo psicológico e a humanização do tratamento fazem parte das atividades do profissional de saúde que se dedica à medicina paliativa.


Aliviar a dor e outros sintomas que geram sofrimento, além de afirmar a vida, são alguns dos princípios fundamentais dos cuidados paliativos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Até mesmo empresas estão se especializando nesta área, fabricando produtos que facilitam o dia a dia das pessoas com algum tipo de necessidade especial. São elevadores, cadeiras de roda especiais, talheres (órteses), automóveis, camas, entre outros itens.

Os CP constituem-se num conjunto de medidas eficazes no combate à dor e outros sintomas físicos, bem como os emocionais, sociais, os ligados à espiritualidade e outros, e que devem ser aplicados por uma equipe treinada. 
Idealmente, a assistência inclui médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, cuidadores, musicoterapeutas e também profissionais de outras áreas, como direito, filosofia e teologia. 
Os cuidados paliativos constituem uma resposta indispensável aos problemas da cronicidade e do final da vida.

Em nome da ética, da dignidade e do bem-estar de cada ser humano, é preciso torná-los cada vez mais uma realidade.   

http://www.palliarte.com.br/2010/01/palestra-entenda-o-que-sao-cuidados.html                                                                                  
malu.bozzani@gmail.com 

Palliarte. Porque a vida precisa de cuidados. Sempre!

Mudar é preciso, para não ficarmos "à margem de nós mesmos".