quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

"Saudade, meu remédio é cantar..."

      


"Os olhos continuaram a dizer coisas infinitas. 

As palavras de boca é que nem tentavam sair, e tornavam ao coração caladas como vinham..."    Machado de Assis

“Nietzsche disse que só existe uma pergunta a ser feita quando se pretende casar: continuarei a ter prazer em conversar com esta pessoa daqui a 30 anos?”  Rubem Alves

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Então é Natal...


Vinícius de Moraes...eterno!

"É no olhar, sobretudo, que a amizade se confirma. É no jeito de olhar que nos reconhecemos no primeiro momento, nós, amigos recentes de longas datas. Isso porque amigo tem esse olhar bom: ele nos olha como se realmente quisesse nos ver, sem nenhum outro interesse que não seja a oportunidade boa e rara de partilhar amizade. Ele nos vê e permanece ao nosso lado, esse conforto que palavra alguma é capaz de traduzir. Esse detalhe grandioso que faz toda a mágica acontecer, porque amar é também a arte de cuidar com os olhos."  Ana Jácomo  

"Quem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu..."  
Vinícius de Moraes

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Essa tal felicidade...

Mamãe

"A felicidade não é um destino, é uma viagem. A felicidade não é amanhã, é agora. 

A felicidade não é uma dependência, é uma decisão. A felicidade é o que você é, não o que você tem."

OSHO

Para os velhos e novos amigos...com todo meu carinho!


"Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade.
Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. 
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. 
Deles não quero resposta, quero meu avesso. 
Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim. 
Para isso, só sendo louco. 
Louco que senta e espera a chegada da lua cheia. 
Quero-os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças. 
Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta.

Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria. 
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. 
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. 
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. 
Pena, não tenho nem de mim mesmo, e risada, só ofereço ao acaso. 
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. 

Não quero amigos adultos, nem chatos. 
Quero-os metade infância e outra metade velhice. 
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto, e velhos, para que nunca tenham pressa. 
Tenho amigos para saber quem eu sou, pois vendo-os loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que a normalidade é uma ilusão imbecil e estéril."